Bebé nasce “sem” cérebro. Ao pegá-lo nos braços, os pais notam algo que ninguém tinha visto!

Quantos "gostos" merecem estes pais?

  

Os pais devem amar os filhos independentemente das suas limitações, mas não é raro que os médicos aconselhem futuros pais a abortar caso seja detectado que o bebé sofra de uma doença. Foi exactamente isso que aconteceu à família Buell, que estava radiante perante a ideia de receber um menino tão esperado.

Porém, desde cedo que os Brandon e Brittany Buell tomaram conhecimento de que o seu bebé sofria de microhidranencefalia, o que significa que este tem uma malformação bastante grave no cérebro, não possuindo 80% do mesmo. Apesar disso e dos avisos dos médicos, que diziam que o bebé só sobreviveria alguns meses, os Buell decidiram levar a gravidez até ao fim.

Nenhum dos especialistas com quem falaram deu à criança uma esperança de vida que chegasse sequer à meta do primeiro ano. Contudo, devido ao amor que tem recebido e à sua grande força de vontade, Jaxon já ultrapassou o marco dos 2 anos!

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O menino é muito feliz e está sempre a sorrir, mas infelizmente costuma sofrer de convulsões. Brittany afirma que é difícil ver o filho a passar por isto, porque os médicos não conseguiam descobrir o que contribuiu para a sua condição.

Houve uma fase em que as convulsões de Jaxon eram muito frequente, mas graças a Deus atualmente estão controladas e o menino voltou a conseguir sorrir.

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Embora Jaxon precise de cada vez mais cuidados e medicamentos, os pais sentem muito orgulho ao vê-lo crescer e a conseguir movimentar-se e expressar-se melhor. O menino até já reconhece o próprio nome quando o ouve, e embora possa parecer algo muito básico e pequeno, é uma autêntica conquista para um rapaz com apenas 20% do seu cérebro.

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A microhidranencefalia trata-se de uma doença mais complicada que a microcefalia, atualmente bastante falada por causa do vírus Zika. O cérebro também está pouco desenvolvido na microcefalia, mas o caso de Jaxon é ainda mais grave, daí ser incrível ver as melhorias do pequeno.

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Os Buell não estão arrependidos por terem levado a gravidez até ao fim, pois amam o filho e consideram-no uma bênção.

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