Bárbara Guimarães quebra o silêncio e fala sobre Violência Doméstica

Uma triste realidade em muitos lares...

  

Uma realidade que assombra muitos lares e que a apresentadora conheceu em primeira mão. Agora Bárbara Guimarães decidiu que estava na altura de quebrar o silêncio e explicar o que tem sentido na pele estes últimos tempos.

A apresentadora da SIC quebrou o silêncio e deu uma entrevista à revista sábado onde falou sobre a carreira, a infância, a adolescência e o o escândalo que envolve o divórcio de Manuel Maria Carrilho, de quem se separou em 2013.

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Bárbara disse ainda não ser a altura certa para falar sobre os processos de violência doméstica que decorrem em tribunal contra o ex-ministro da Cultura:

“Eu gostaria de falar neste assunto quando acabarem os dois processos deste teor que tenho em tribunal. Quero que cheguem ao fim. (…) É tentar seguir em frente e deixar que o processo corra. (…) Neste momento, evito falar do assunto. De resto, o meu círculo familiar e de amizades é um assunto que ninguém toca (…) tenho uma opinião e um dia a direi. (…) Não estou a falar do testemunho em processo no tribunal, mas o testemunho sobre como é que as mulheres se podem defender”, refere. “Vou-lhe dizer uma coisa que não contei a ninguém. Quando de repente a nossa vida está… Quando não se consegue sequer entrar numa bomba de gasolina porque não há uma capa de revista onde não se esteja pelas piores razões…”, acrescenta, destacando o apoio que tem recebido.

Bárbara Guimarães conta ainda que várias mulheres lhe enviam pedidos de conselhos através do Facebook, ao mesmo tempo que admite que passar por um processo destes “modifica” as pessoas.

Contudo, a apresentadora garante que não perdeu a alegria. “Há uma coisa que é muito bom ter e que eu sinto que tenho – alegria. Alegria mesmo nos momentos difíceis. Nunca vou ser rancorosa e angustiada (…) acordo bem-disposta (…) Às vezes temos de fazer um esforço, quando as coisas estão menos bem.”

Ainda assim Bárbara acredita no amor, e encontra-se apaixonada “É possível acreditar e fazer com que aconteça. E deixar que aconteça. E acontece quando menos se espera (…) Viver a vida com paixão nas coisas é bom. (…) Tudo isto é um processo duro. É muito mais fácil a pessoa entregar-se a uma depressão”.

Fonte: vamoslaportugal.com